Sustentabilidade: TRT-16 neutraliza emissões de gases de Efeito Estufa pelo segundo ano consecutivo
O Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (Maranhão) alcançou mais um importante marco em sua política de sustentabilidade. Pelo segundo ano consecutivo, a instituição realizou o Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) e concluiu a compensação integral das emissões referentes ao ano de 2025, reafirmando seu compromisso com a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável.
A iniciativa integra as ações do Programa Justiça Carbono Zero, instituído pela Resolução no 594/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece a meta de neutralidade climática para todos os órgãos do Poder Judiciário até 2030. Com a compensação das emissões, o TRT-16 avança de forma consistente no cumprimento das diretrizes nacionais voltadas à redução dos impactos ambientais das atividades institucionais.
A neutralização das emissões foi certificada por organismos especializados. O Certificado de Compensação de Gases de Efeito Estufa foi emitido pela Verra Standards for a Sustainable Future, organização internacional reconhecida pela validação de projetos ambientais e de créditos de carbono. Já a Declaração de Carbono Neutro foi concedida pela empresa CO2 Créditos de Carbono, atestando a compensação integral das emissões geradas pelo Tribunal.
O Inventário de Gases de Efeito Estufa é coordenado pelo Setor de Gestão Socioambiental do TRT-16, responsável por identificar, mensurar e monitorar as emissões decorrentes das atividades da instituição. A partir desse levantamento, são definidas estratégias para reduzir os impactos ambientais e promover o uso mais eficiente dos recursos naturais. As emissões que não puderam ser evitadas foram compensadas por meio do investimento em projetos ambientais brasileiros voltados à captura e ao armazenamento de carbono.
A conquista demostra o compromisso do TRT-16 com a responsabilidade socioambiental e com a implementação de práticas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). O resultado também evidencia o engajamento de magistrados, servidores, estagiários e colaboradores na construção de uma Justiça do Trabalho cada vez mais sustentável, inovadora e comprometida com as futuras gerações.
