Antes da era digital, o TRT usava um globo de sorteio para garantir imparcialidade e transparência na Justiça do Trabalho. Na época a distribuição dos processos para julgamento pelo Tribunal Pleno era feito mediante o sorteio.
Era dentro dele que ficavam as bolinhas responsáveis por definir a distribuição de processos, sorteio de listas de jurados e até a escolha de representantes classistas (quando existiam). Tudo feito em sessões públicas, permitindo que advogados, partes e interessados acompanhassem cada passo.
Hoje, esse processo é feito de forma eletrônica, mas o globo segue como um símbolo histórico, lembrando uma época em que a confiança e a transparência já eram pilares da Justiça do Trabalho.
